A perda. Setembro está praticamente a acabar após a meia-noite faz 2 meses que tudo mudou. Sai de casa e bati com a porta. Estava magoada muito magoada.
Agosto foi um mês de acalmia e muitas certezas. A certeza de estar sozinha. A certeza de não sofrer mais. A certeza de não querer mais os sonhos adiados. O que falhou? O eterno adiar de tudo.
Estava tudo sereno quando uma tempestade de tropical abalou tudo. Instalou-se. Derrubou portas e janelas. Gostei da novidade que foi na minha vida. Parecia verdade mas era somente um sonho de dias do Verão que nessa altura acabavam.
Chegou Setembro, o anunciar de um novo ciclo enquanto outro se fecha. Foram fins-de-semana fantásticos, partilhas inigualáveis e apenas uma certeza: eu estava bem na simplicidade do momento. Na partilha e nas confidências. Há medida que o mês foi avançado foi chegando o Outono. A queda da folha e a perda. O meu amigo eternamente insatisfeito partiu à procura de novas aventuras. Não o condeno. É a sua natureza. Apenas fica a tristeza da amizade perdida. Da simplicidade. Ficam as memórias. Ele vai passar a odiar-me porque é assim que lida com a frustração. Eu estarei cá caso algum dia mude de ideias. Espero que seja muito feliz. Disse-lhe o que sentia e pensava. Veio novamente a paz.
As pessoas são pessoas e não devemos esperar delas que ajam de outra forma. Nunca devemos "emdeusar" ninguém. Basta que as aceitemos como são. Não as devemos mudar. Devemos deixá-las seguir em frente.
Nunca pensei que me voltasse a sentir bem aqui. Estou bem e em paz a vida continua.
Porque motivo complicamos? Porque motivos não aproveitamos aquilo em que somos melhor. Vou fazer isso.
Mais um fantástico mês de Setembro. O que ganhei? Um carro.
Agosto foi um mês de acalmia e muitas certezas. A certeza de estar sozinha. A certeza de não sofrer mais. A certeza de não querer mais os sonhos adiados. O que falhou? O eterno adiar de tudo.
Estava tudo sereno quando uma tempestade de tropical abalou tudo. Instalou-se. Derrubou portas e janelas. Gostei da novidade que foi na minha vida. Parecia verdade mas era somente um sonho de dias do Verão que nessa altura acabavam.
Chegou Setembro, o anunciar de um novo ciclo enquanto outro se fecha. Foram fins-de-semana fantásticos, partilhas inigualáveis e apenas uma certeza: eu estava bem na simplicidade do momento. Na partilha e nas confidências. Há medida que o mês foi avançado foi chegando o Outono. A queda da folha e a perda. O meu amigo eternamente insatisfeito partiu à procura de novas aventuras. Não o condeno. É a sua natureza. Apenas fica a tristeza da amizade perdida. Da simplicidade. Ficam as memórias. Ele vai passar a odiar-me porque é assim que lida com a frustração. Eu estarei cá caso algum dia mude de ideias. Espero que seja muito feliz. Disse-lhe o que sentia e pensava. Veio novamente a paz.
As pessoas são pessoas e não devemos esperar delas que ajam de outra forma. Nunca devemos "emdeusar" ninguém. Basta que as aceitemos como são. Não as devemos mudar. Devemos deixá-las seguir em frente.
Nunca pensei que me voltasse a sentir bem aqui. Estou bem e em paz a vida continua.
Porque motivo complicamos? Porque motivos não aproveitamos aquilo em que somos melhor. Vou fazer isso.
Mais um fantástico mês de Setembro. O que ganhei? Um carro.
